Além disso, temos nova parceria, uma dica especial para o pessoal de São Paulo, que é o El Guia Latino. Nesse site vocês vão encontrar várias dicas bacanas, de locais para passear, notícias, especiais, enquetes, entre outros. Vale a pena conferir!
10.5.07
Latinos sim! E com orgulho!
Além disso, temos nova parceria, uma dica especial para o pessoal de São Paulo, que é o El Guia Latino. Nesse site vocês vão encontrar várias dicas bacanas, de locais para passear, notícias, especiais, enquetes, entre outros. Vale a pena conferir!
En La Tele
Mexicanos foram os mais ovacionados no último dia do Festival Vive Latino
A atenção da jornada, com a participação de 10 grupos musicais, centrou-se no palco “Vermelho”, o mais importante dos três que se localizaram no Foro Sol da capital mexicana para a celebração do Vive Latino.
Depois da participação do mítico conjunto de reggae britânico Steel Pulse, debutante no festival, os ânimos do público mexicano se incendiaram quando subiu ao palco o grupo Jumbo.
A banda local conseguiu que boa parte dos cerca de 50.000 espectadores da jornada saltassem e cantassem em coro seus temas mais conhecidos como “Siento que” e “Caminando hacia atrás”, o que aplainou o caminho para que Chetes e depois os estadunidenses The Magic Numbers, com baladas e música mais melódica, mantivessem a atenção do público.
Depois de um emotivo concerto de Ely Guerra, que durou quarenta minutos, os espectadores do Foro Sol se entreteram durante a pausa com uma batalha de lixo, durante a qual se lançaram centos de copos de plástico uns aos outros.
Enquanto algumas pessoas saltavam das grades e eram recebidas em baixo por outros que sustinham um lençol para amortecer sua queda, o grupo de rock mexicano Kinky começou sua atuação, uma das mais aplaudidas da tarde.
No entanto, foram os mexicanos de Zoé, com canções como “Dead” e “Vía Láctea”, e os legendários Café Tacuba os que arrancaram mais gritos do público, que não se moveu de seu lugar inclusive quando começou a cair um leve chuvisco.
Pela tarde no palco principal quem fechou foi o conjunto venezuelano Los Amigos Invisibles, enquanto que no palco “Azul” fazia o mesmo Gusana Ciega e na tarimba “Verde”, Nortec Collective.
Sem grandes bandas na programação, apresentaram-se no domingo um total de 34 grupos, entre os que destacaram também os espanhóis The Locos, os estadunidenses de Ozomati e a mistura reggae/salsa/son/ska de Sargento García, da França.
Enrique Iglesias se faz ator de comédia
“Diverti-me muitíssimo. Charlie Sheen é um tio simpático, um cavalheiro”, afirmou o cantor hispânico, que na famosa série interpretou “Fernando”, um “handyman” latino, que é contratado pelo irmão do protagonista, para que arrume sua varanda.
“Sei que a comédia é um gênero difícil, mas fizeram-me sentir muito cômodo. Adoro este show e todos se portaram magníficos. Encantou-me o fato de escreverem o capítulo para que eu participasse”, explicou.
O segmento que caracterizou Enrique foi intitulado “Anteaters, They’re just crazy-lookin”, foi transmitido nessa segunda, e houve muitas peripécias e inesperados desenlaces que não se pôde perder.
Por agora, o intérprete de ‘Si tú te vas’ encontra-se na etapa de pré-divulgação em Miami, para o lançamento de seu novo álbum intitulado Insomniac, pautado para o próximo 12 de junho.
Atualmente, escuta-se sua primeira música de trabalho ‘Dímelo’, o qual se está colocando rapidamente nos primeiros lugares das listas de popularidade radial de todo o mundo, segundo informações de sua companhia discográfica.
De igual forma, anunciou-se que para este mês o cantor-compositor realizará uma série de apresentações pela Europa para divulgar seu novo disco.
Lo Que Prefieras 2002
2° - Y Sólo me Ocurre Amarte - Alejandro Sanz (3 votos - 21,43%)
La Mejor
A Dios le Pido - Juanes
Que mis ojos se despierten con la luz de tu mirada, yo
A Dios le pido por los días que me quedan y las noches que aún no llegan, yo
A Dios le pido
Un segundo más de vida para darte y mi corazón entero entregarte
Que si me muero sea de amor
Y si me enamoro sea de vos
Y que de tu voz sea este corazón todos los días
Y si me enamoro sea de vos
Y que de tu voz sea este corazón todos los días a Dios le pido,
A Deus Peço - Juanes (Tradução)
Que meus olhos se despertem com a luz de teu olhar, eu
A Deus peço
En La Radio
Miguel Bosé inicia em Almería sua turnê comemorativa ‘Papitour’
A turnê, com a que apresenta seu recente disco de duetos, servirá também para ajudar organizações humanitárias com as quais colabora habitualmente o cantor, como Intermón Oxfam, Alas e Oceana.
Bosé publicou recentemente ‘Papito’, no qual recupera alguns de seus sucessos como “Amante Bandido”, “Sevilla” ou “Nena”, cantados esta vez junto a amigos como Alaska, Paulina Rubio ou Ricky Martin.
Mas no espetáculo de duas horas de duração o famoso cantor terá que enfrentar sozinho os 35 temas com os quais conta o show.
“Foi uma oportunidade cantar com pessoas com quem queria e até agora não pude. Não estão todos, mas são os mais pertos”, disse Bosé em declarações recolhidas pelo portal Terra.
“Papito” foi número 1 das listas espanholas desde sua publicação durante cinco semanas consecutivas. Atualmente é o segundo de acordo com os dados do Promusicae.
A vida intensa de Chayanne em sua turnê 2007
Há uns dias atrás, junto com Keane e a cantora italiana Laura Pausini, conseguiu reunir 130.000 pessoas em El Zócalo, um dos locais mais tradicionais do Distrito Federal mexicano. Dias mais tarde e com muito pouco descanso sua turnê seguiu por algumas cidades do Texas e este sucesso se repete em 21 cidades dos Estados Unidos onde reúnem milhares de seguidores.
Depois de um show em Laredo pegou um avião às 3 da manhã e com os primeiros raios do dia aterrissou em Miami, onde reside, para passar uns dias em família. Nessa pausa Terra.com conversou em exclusivo com uma das estrelas latinas de maior sucesso do momento.
“Esta turnê me trouxe muitas satisfações, não somente por ver a resposta do público, mas também pela emotividade que se vive em cada um dos shows. Você pode ver as mães, que foram as fãs originais quando eram mais jovens (risos) e seus filhos que são essa nova geração de pessoas que apreciam minha música e também vão aos shows fazendo as coreografias com os pais, é algo muito lindo que te entrega esta carreira, algo que não tem preço”, explica.
Mas a vertigem que se vive ao redor de uma turnê requer disciplina dentro e fora do palco e Chayanne sabe que seu corpo é a principal ferramenta de trabalho: “Fisicamente te desgasta muito, emocionalmente te recarrega rápido porque a adrenalina que se vive ali acima é impressionante. E é tão impressionante que você desce do palco, vai ao camarim ou já está em um hotel e continua vibrando pelo que acabou de viver, ver as pessoas cantar e dançar com suas canções te alimenta muito e te faz recuperar essas balanças que se perde em cada show. Mas deixando a parte romântica dos shows, claro que devo me cuidar. Comer muito bem, não em abundância, mas sim comidas que te façam recuperar as energias e que não te afetem. Claro que viajando tem-se a tentação de provar as milhares de delícias gastronômicas de cada lugar que visitamos, mas deve-se ser cuidadoso porque uma má comida pode te afetar durante vários dias”, comenta.
Chayanne faz parte dessa geração de estrelas que cresceu artisticamente em uma onda juvenil, em particular com ‘Los Chicos’, um grupo que surgiu na mesma época do ‘Menudo’.
“Eu estive com esse grupo desde que nasceu até que terminou. Desde os 10 aos 14 anos, o grupo terminou e foi melhor assim, não se manteve como uma marca ou um conceito. Fomos nós e pronto. Enquanto que outros grupos seguiram o caminho de renovar seus integrantes, mas jamais poderei negar que tudo o que aprendi nessa época realmente serviu para aprender muitas coisas que hoje posso aplicar na minha carreira: disciplina, espírito de trabalho, rotinas de dança e muitos outros elementos”, afirma.
Em uma época em que as bandas como ‘Menudo’ quer lançar sua versão 2007, Chayanne desejaria uma reunião de seus velhos integrantes de grupo, mas o momento é muito complicado: “Essa reunião não necessariamente é impossível por meus compromissos. É difícil pelo caminho que cada um de nós teve. Migue (Miguel Santa Cruz) agora é piloto para a Cruz Vermelha, Rey (Díaz) é um grande empresário de restaurantes e Tony (Ocasio) acredito que seguiu sua carreira militar fora de Porto Rico, na verdade não tenho certeza disto. Mas claro que uma reunião seria linda, mais nesta época que todos queremos ver nossos heróis ou ídolos de infância. Vemos como se reúne The Police e rememoramos tantas lembranças. Para mim, particularmente, acontece algo muito especial quando canto canções que já têm um tempo como ‘Tiempo de Vals’ ou ‘Completamente Enamorado’ que foram hinos para muitos jovens em festas. Faz pouco tempo em um show uma pessoa propôs matrimônio a sua noiva utilizando essa canção e como não se pode dizer que esses momentos são maravilhosos...”.
Chayanne é um veterano no negócio, graças a seu início na vida musical quando recém tinha 9 anos. “É insólito ver a quantidade de mudanças que este mundo musical teve. Você não sabe como eram os shows em minha época de Los Chicos e ver agora a tecnologia que temos a nossa disposição, as luzes, o som, as gráficas e o gigantesco grupo de pessoas que temos trabalhando para um só espetáculo, algo que antes era inimaginável”.
Precisamente Chayanne tem a sua disposição um grupo de cerca de 46 pessoas que trabalham dia a dia em sua turnê: “Isto é uma responsabilidade gigantesca porque de alguma maneira você é a cabeça de um grupo muito grande que depende de ti. Mas é uma responsabilidade charmosa porque há 46 famílias que se beneficiam do trabalho de uma empresa que para mim sempre quis formar com um claro conceito, que todos nos sintamos em família, que não seja como qualquer trabalho, mas que todos saibamos que temos a motivação para trabalhar porque gostamos do que fazemos”.
Chayanne goza hoje em dia de um grande prestígio construído em muitos anos de sucessos musicais e com um grande carisma que irradia dentro e fora dos palcos. Muitos artistas anglos invejam a capacidade de convocatória que tem em muitas cidades dos Estados Unidos onde se dá o luxo de encher os cenários de maior capacidade em cada lugar. “Minha satisfação não é encher cenários por enchê-los. Meu objetivo é que as pessoas que vão a um dos meus shows possam desconectar-se de seus problemas, que passem um momento muito agradável, que estejamos todos alegres, que vibremos e choremos se temos que fazê-lo e eu sou da política de suar muito forte cada camisa que uso nos shows porque gosto de entregar tudo de mim, para ao final irem para casa com um grande sorriso”.
Seu mais recente disco ‘Mi Tiempo’ foi um sucesso e sua turnê é a confirmação do grande momento que vive Chayanne. “Por agora desfruto de todo este carinho das pessoas e já haverá tempo de pensar no futuro. Do próximo disco e de umas férias. Voltar a atuar? Talvez, mas tem que ser um projeto que não implique muito tempo. Tenho várias ofertas para realizar alguns filmes e novelas, mas o mais importante é o tempo que isto vai me tomar, porque a prioridade agora é minha família”.
Na época em que os duos e colaborações são mais comuns, Chayanne não descarta essa possibilidade: “Quando fizemos a turnê com Marc Anthony e Alejandro Fernández pensamos em fazer uma canção, mas o tempo não ajudou muito e bom, eles sempre serão meus primeiros candidatos para gravar alguma canção, assim como já o fiz e o repetiria com Rubens Blades ou Vanessa Williams, sempre é muito emotivo trabalhar com seus amigos”, pontua.
O tempo se esgota e Chayanne deve seguir seu caminho ao aeroporto para continuar esta turnê que inclui 21 cidades ao redor dos Estados Unidos e que o ratifica como uma autêntica estrela da música contemporânea.
Chambao debuta oficialmente nos Estados Unidos
O grupo nascido em Málaga (Espanha) capturou a atenção do público e da indústria graças à mistura de flamenco com música eletrônica, entregando uma proposta nova que com o passar dos anos se consolidou. A banda tomou o nome das barracas que são utilizadas na praia para proteger-se do sol e desde então Chambao é um sinônimo de flamenco, saber e muito positivismo em suas letras.
Terra.com compartiu em exclusivo alguns minutos com ‘La Mari’ antes de seu show realizado em The Bandshell, um pequeno auditório que convocou cerca de mil pessoas que se reuniram para viver este debute. Fanáticos, curiosos e muitas famílias com crianças foram testemunhas de um grande show.
“Na verdade Chambao está começando, não estamos acostumados a concertos multitudinários, de milhares de pessoas, mas acredito que tocar em frente de um auditório pequeno é especial”, comenta La Mari. “Aqui talvez se reúnam mil pessoas, mas todos eles vêm para gozar de nosso show, sabem nossas canções e vemos uma mistura muito linda de público porque não encontramos só espanhóis, também vemos sul-americanos e inclusive muitos americanos”, explica.
Até hoje Chambao editou três discos: Flamenco Chill (2002), Endorfinas en la mente (2003), Pokito a poko (2005) e em 2007 visita pela primeira vez Estados Unidos. La Mari participou recentemente no concerto unplugged de Ricky Martin, no final de 2006, com a canção ‘Tu Recuerdo’.
“As pessoas pensam que essas colaborações são planejadas, que acontecem por caprichos dos produtores ou do pessoal da indústria. Não é assim. É simplesmente uma reunião de amigos, o resultado de uma conexão e uma química com um artista que comparte suas idéias e conceitos e que se transformam em canções. Essa participação com Ricky foi mágica e me parece que esse disco é muito interessante. Dá-lhe uma ‘lavagem de cara’ a sua imagem de símbolo sexual. Ele é um artista, um grande cantor, uma pessoa muito especial que quando está em um palco leva sua energia e amor às canções”, comenta La Mari.
E esta não é a primeira colaboração, pois no passado La Mari participou na interpretação de várias canções com Jarabe de Palo, Macaco e Cesárea Évora, entre outros.
“A música continua evoluindo muito. Nos anos 80 eu escutava os discos de vinil, não pensávamos que um computador poderia armazenar música e reger a vida diária, mas agora é assim e devemos nos adaptar e tirar vantagem disso. Não é como será no futuro, a música atual é uma mistura do original com o clássico, muito parecido ao que nós fazemos, misturando um ritmo tradicional de Andalucía (flamenco) com a eletrônica que escutava quando era menina... e talvez seja o mesmo que vemos em nossos países. Tantas culturas misturadas, tantas pessoas de diferentes origens que compartem suas raízes, sua comida, sua música, tudo para criar um conceito universal, isso é o mais charmoso que estamos vivendo nestes tempos modernos”, disse La Mari.
O carisma de La Mari é único, o público a ama por sua voz, alegria e poder sobre o palco. Com lágrimas terminou o show, muito agradecida pela recepção desse primeiro show nos Estados Unidos e descobriu que o mundo aprecia não somente sua música, mas também tudo o que ela representa a frente de Chambao. “Eu sou muito feliz, vivo agradecida com a vida por tudo o que ela me dá. Eu sou uma menina humilde, que foi criada com o trabalho e esforço de minha mãe que limpava casas e meu pai que era pedreiro. Meus quatro irmãos e eu crescemos felizes e acredito que isso se reflete também na música e na tarimba. Meus pais são minha inspiração para produzir uma música positiva e cheia de amor”, pontua La Mari.
Chambao é dono de um estilo, um som próprio e um selo particular que começa a recorrer o mundo. La Mari é sua voz e imagem, mas Chambao é todo um conceito que deve ser escutado e visto.
8.5.07
Calle 13
O duo porto-riquenho Calle 13 canta com uma linguagem direta cheia de violência e sexo porque não lhes interessa a forma, mas sim o fundo da música, disseram seus integrantes, René Pérez e Eduardo Cobra, “Residente” e “Visitante” respectivamente.
“Eu trato de dizer coisas sexuais, violentas, que nunca na vida vai ser dito, porém que passam pela cabeça”, disse Pérez em coletiva de imprensa na capital mexicana.
“A realidade é que o que nós dizemos em nossas canções sucede em todos os lugares, sucede na cama”, apontou.
Por sua parte, Cobra reconheceu que devido à linguagem direta que usam em suas canções foi alvo de muitas críticas.
No entanto, susteve que o público acolheu bem seu estilo direto, pelo qual conquistaram uma grande popularidade no Centro e Sul da América.
“Residente” e “Visitante” estiveram no México por causa do Festival Vive Latino do qual participaram.
A dupla considera esta sua primeira visita formal ao país, ainda que em outubro passado se apresentaram na capital mexicana no marco dos prêmios MTV Latino América 2006, que foi entregue pela primeira vez fora do território estadunidense.
Atualmente, a agrupação apresenta seu disco intitulado “Residente o visitante”, que inclui temas como “Tango del Pecado” e “Cumbia de los Aburridos”.
Neste álbum participaram também a espanhola Mala Rodríguez, o argentino Vicentico e o músico Gustavo Santaolalla.
Pérez disse que o gênero musical de Calle 13 não se pode etiquetar em um só gênero e qualificou sua música como “alternativa urbana”, uma mistura de rap com fusões de reggaetón e outras variantes.
“Para comunicar-me, pelo menos em meu país, faço com rap, porque necessito estabelecer uma conexão com o povo, com a massa”, explicou o vocalista.
Sobre seus próximos planos, o duo anunciou que no transcurso do ano realizarão uma turnê pela Europa, na qual visitarão algumas cidades da Espanha, como Barcelona.
Posteriormente regressarão ao México, onde pensam residir por uma curta temporada para consolidar sua posição no mercado mexicano.
Em apenas um ano de carreira, Calle 13 colheu vários prêmios, entre eles três Grammy Latinos.
Calle 13 faz soar um reggaetón com consciência e sucesso, dizem seus integrantes.
Juntos desbancaram Jennifer López e deram ao reggaetón algo para pensar: são René Pérez e Eduardo Cabra, meio irmãos de sangue e unidos pela música no Calle 13.
“Temos a sorte de muitas pessoas nos escutarem, e isso se deve aproveitar para algo mais do que dizer move as nádegas e aperta-me com um pau”, confessa Eduardo Cabra.
Dos dois boricuas de 29 anos que compõem este duo, Cabra toca a música, enquanto René Pérez é responsável pelas letras.
Mas no palco não há divisões: são Calle 13, os expoentes do novo reggaetón que venderam cerca de meio milhão de cópias de seu primeiro álbum e que recentemente lançaram seus segundo: “Residente o visitante”.
“Si pensar tem muito a ver com a emigração”, confessa Cabra sobre o título do álbum, que mais que uma realidade define um sentimento, porque “talvez um emigrante sente-se mais um visitante no país no qual reside”, disse.
No caso desta dupla trata-se de algo mais do que um título, porque sua fama sempre deu o que pensar; desde seu “Atrévete-te-te”, quase um hino de sua geração, até “Querido FBI”, que constitui todo um discurso político e musical.
Calle 13 tem claro sua mensagem. Há coisas mais “interessantes e inteligentes” para dizer com o reggaetón, fruto de uma evolução natural como a que viveu o ‘rap’.
Daí que a crítica os iguale com Eminem em suas melhores épocas e o público responda a sua provocação catapultando-os por cima de Jennifer López como o duo de mais vendas em espanhol nos EUA com seu novo álbum.
Uma febre contagiosa e com a qual em junho saltaram pela primeira vez do continente, convidados a Espanha para o festival Sonar (Soar em português) em Barcelona.
Dizem que estão contentes porque se seu primeiro álbum já os pareceu “algo mais que um ‘bailoteo’”, este segundo é ainda mais genuíno em seu som, um trabalho fruto de toda a liberdade que lhes deu a companhia discográfica com a evolução de sua consciência social.
É o fruto de um ano no qual aprenderam “um montão de coisas”, onde a música “fluiu” de suas viagens por toda a América Latina, em especial de umas vivências que plasmaram em um documentário onde ficaram apaixonados pelos indígenas yanomami, situados entre a Venezuela e o Brasil, ou os araucanos da Colômbia, admitem.
“Pudemos adentrar no Peru, ao lago Titicaca, no Amazonas, a Palenque, e em muitos outros lugares onde aprendemos sobre as tribos indígenas”, relembra Cabra.
Dizem que também aprenderam muito de outros mais cerca de casa, esses amigos que deixaram sua marca no álbum, como Mala Rodríguez, Alejandro Sanz ou Gustavo Santaolalla, entre outros.
“Não pense que gostamos de colaborar muito”, admite Cabra falando também por René, seu irmão por parte de pai, e completa: “É que (tais artistas) são brutais”.
Diz com admiração, essa que sempre sentiu pelo compositor argentino ganhador de dois Oscar e com o qual colaboraram ao misturar o reggaetón com o tango.
Assim mesmo, diz pela fascinação que descobriram por Sanz, o intérprete espanhol que os admitiu em sua casa de Miami onde improvisaram e do qual saiu seu som conjunto, “porque toca ‘chévere’ a guitarra”.
No meio de sua conscientização e de suas viagens, o que lhes importa são suas canções, uns temas que para Cabra vão mais além da música ou da letra porque são “filmes de Tarantino”, indica.
Igual que o realizador do filme “Pulp Fiction”, a Calle 13 não se pode vir com correções políticas.
“É que não entendo. Escandalizar-se por escutar palavras que todos dizem! Para mim tem mais peso dizer palavras que soam mal e transmitir algo inteligente para dizer 50.000 estupidez tipo: ‘Amo, te quiero, dame con un palo’ (Amor, te amo, dê-me com um pau). Isso sim que embrutece”, resume.
Camila, disco de ouro e platina
Em uma coletiva de imprensa, os integrantes do grupo, Mario, Samo e Pablo, adiantaram o que destacaram nas apresentações de 4 e 5 de maio no Teatro Metropólitan, como parte de sua turnê “Todo Cambió”, porque são uma banda acostumada a interpretar em cada concerto todos os temas de seu álbum.
“Nestas apresentações haverá uma série de surpresas, entre elas, (na que aconteceu dia 5 deste mês) teremos um convidado especial, que foi ponto-chave ao longo deste projeto”, indicou Samo.
A respeito do Disco de Ouro e Platina, ao qual se fizeram merecedores, Pablo manifestou: “Foi um processo muito rápido o qual estamos vivendo, já que começamos tocando nos palcos ao que somente assistiam 15 pessoas, agora nos encontramos com este sucesso”.
Por sua parte, Mario disse que “os três temos um respeito muito grande e uma admiração mútua, e acredito que isto refletimos em cada uma das apresentações, nos amamos muito e somos felizes com o que fazemos”.
Finalmente, agregaram que além desta turnê, pensam começar a divulgar ‘Sin tu Amor’, que será a quarta música de trabalho a ser lançada nesse mês e do qual já preparam a gravação do vídeo.
Gilberto Santa Rosa afirma que terminará novo disco no meio do ano
“Por agora o disco não está completo, mas eu espero que entre junho e julho o esteja”, indicou em entrevista ao jornal costarriquense Diário Extra ao dizer que terá “de tudo um pouquinho, buscando uma forma de me manter vigente, com uma proposta fresca”.
O intérprete de temas como “Mentira” expressou sua surpresa pela quantidade de reconhecimentos que recebeu este ano de diversas organizações e destacou os entregados pela Universidade de Porto Rico e o Grammy por sua trajetória.
Ao referir-se ao reggaetón – cujos maiores expoentes são porto-riquenhos -, o denominado “Cavalheiro da salsa” considerou que é um gênero que “necessita evoluir” para evitar desaparecer e ficar só como uma moda.
“Acontece (ao reggaetón) o que sucede a todos os gêneros, a separação do joio do trigo e no final ficam os autênticos e os inovadores”, expressou.
A la Cama no te Irás sin Saber una Cosa más
Foram 41 prêmios divididos em 14 categorias. Não achei a lista de indicados, somente a de ganhadores. Se alguém puder me informar, eu agradeço.
CATEGORIA GERAL
Gravação do Ano: Es Por Ti - Juanes
Álbum do Ano: Un Día Normal - Juanes
Canção do Ano: Es Por Ti - Juanes
Revelação: David Bisbal
CATEGORIA POP
Melhor Álbum Vocal Pop Feminino: Sobrevivir - Olga Tañon
Melhor Álbum Vocal Pop Masculino: Quizás - Enrique Iglesias
Melhor Álbum Vocal Pop Dupla ou Grupo: Caraluna - Bacilos
Melhor Álbum Instrumental Pop: Bajofondo Tango Club - Bajofondo Tango Club
CATEGORIA HIP HOP
Melhor Álbum de Hip-Hop: Emigrante - Orishas
CATEGORIA ROCK
Melhor Álbum Vocal de Rock Feminino: Em 2003, a Recording Academy incluiu as artistas inscritas na premiação abaixo.
Melhor Álbum Vocal de Rock: Un Día Normal - Juanes
Melhor Álbum Vocal de Rock Duplas ou Grupo: Revolución De Amor - Maná
Melhor Canção de Rock: Mala Gente - Juanes
CATEGORIA TROPICAL
Melhor Álbum de Salsa: 40 Aniversario En Vivo - El Gran Combo De Puerto Rico
Melhor Álbum de Merengue: Pienso Así... - Milly Quezada
Melhor Álbum Tropical Contemporâneo: Mundo - Rubén Blades
Melhor Álbum Tropical Tradicional: Buenos Hermanos - Ibrahim Ferrer
Melhor Canção Tropical: Mi Primer Millón - Bacilos
CATEGORIA REGIONAL
Melhor Álbum de Música Rancheira: 35º Aniversario - Lo Mejor de Lara - Vicente Fernández
Melhor Álbum de Banda: Afortunado - Joan Sebastian
Melhor Álbum de Música Grupeira: Qué Sentirás? - Atrapado
Melhor Álbum de Música Texana: Si Me Faltas Tu - Jimmy Gonzáles e grupo Mazz
Melhor Álbum de Música Nortista: La Tercera és la Vencida... Eso! - Los Terribles del Norte
Melhor Canção Regional Mexicana: Afortunado - Joan Sebastian
CATEGORIA TRADICIONAL
Melhor Álbum Folclórico: Acústico - Mercedes Sosa
Melhor Álbum de Tango: Homenaje A Piazzolla - Sexteto Mayor
Melhor Álbum de Flamenco: El Corazón De Mi Gente - Pepe De Lucía
CATEGORIA JAZZ
Melhor Interpretação de Jazz Latino: Brazilian Dreams - Paquito D'Rivera
CATEGORIA MÚSICA CRISTÃ
Melhor Álbum de Música Cristã: Sana Nuestra Tierra - Marcos Witt
CATEGORIA MÚSICA BRASILEIRA
Melhor Álbum Pop Contemporâneo Brasileiro: Tribalistas – Tribalistas
Melhor Álbum de Rock Brasileiro: Longo Caminho - Os Paralamas Do Sucesso
Melhor Álbum de Samba/Pagode: Ao Vivo - Alcione
Melhor Álbum de Música Popular Brasileira: Eu Não Peço Desculpa - Caetano Veloso e Jorge Mautner
Melhor Álbum de Música Sertaneja: Zezé Di Camargo e Luciano - Zezé Di Camargo e Luciano
Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras: Chegando De Mansinho - Dominguinhos
Melhor Canção Brasileira (Língua Portuguesa): Tristesse - Milton Nascimento
CATEGORIA INFANTIL
Melhor Álbum Infantil: Xuxa Só Para Baixinhos 3 - Xuxa
CATEGORIA MÚSICA CLÁSSICA
Melhor Álbum de Música Clássica: Historia Del Soldado - Paquito D'Rivera
CATEGORIA PRODUÇÃO
Melhor Engenharia de Gravação para um Álbum: Revolución De Amor - Benny Faccone (Maná)
Produtor do Ano: Bebu Silvetti (Luis Miguel)
CATEGORIA VIDEOCLIPE
Melhor Vídeo Musical: Frijolero - Molotov